sábado, 16 de julho de 2011

Dicas matemáticas para uma boa vida sexual

“Como assim?” De tanto ouvir essa reação, a matemática neozelandesa Clio Cresswell, autora do livro Mathematics and Sex (Matemática e Sexo) já tem uma resposta pronta: matemática é o estudo de padrões e sexo é um dos padrões mais complicados que a humanidade conhece. Foi por isso que ela criou uma compilação de pesquisas que usam equações para explicar o comportamento humano. Não se preocupe se você não entende matemática: tudo é trocado tão em miúdos que o resultado é como um episódio de Sex and the City. Aliás, só tome cuidado se você se interessar mais em matemática que em sexo. Apesar da autora apresentar as equações, não há explicação das variáveis nem nada que ajude a entendê-las. Selecionamos abaixo as quatro que mais podem o ajudar com o sexo oposto.



Na festa
Em uma reunião, cada mulher tem uma lista de preferências em relação aos homens do lugar. E cada homem também. Como garantir que, no geral, todos saiam satisfeitos? As possibilidades são muitas. Em uma festa com 16 casais, é possível que existam mais de 100 mil combinações que garantam, em maior ou menor intensidade, a alegria geral. Cálculos mostraram, no entanto, que o grupo que chega junto tem um grau de satisfação médio maior do que aquele que espera a iniciativa dos outros.

No namoro
Para o matemático Sergio Rinaldi, relações tempestuosas surgem de insegurança e sinergia. Pessoas tendem a reagir positivamente quando uma outra gosta delas. Mas as inseguras, a partir de certo ponto, começam a reagir de forma negativa. Já a sinergia é a tendência a superestimar os atributos de outra pessoa quanto mais ela o ama. Junte graus razoáveis das duas variáveis em um mesmo casal e o resultado será uma montanha-russa de paixões intensas seguidas por momentos de indiferença.

No noivado
OK, você já passeou bastante e agora quer ficar com alguém em definitivo. Quem escolher? Eis o método matemático: conheça uma amostra inicial de 12 pessoas. Não precisa envolver sexo, basta um contato razoavelmente íntimo. Depois, continue a sair com outras pessoas até encontrar uma que supere a melhor da amostra inicial. Segundo Peter Todd, do Instituto Max Planck, Alemanha, a estratégia dá 75% de chances de sucesso para pessoas com um grau razoável de exigência.

No casamento
Psicólogos da Universidade de Washington, EUA, filmaram a conversa de mais de 100 casais e estudaram a quantidade de sinais de aprovação ou reprovação que cada um emitia durante a relação. Encontraram um “limite de negatividade”: pessoas que expressavam logo qualquer descontentamento (limite baixo) e outras que seguravam por um longo tempo (alto). Pesquisas posteriores mostraram que os casais com menor limite de negatividade tendiam a permanecer casados por mais tempo.

Fonte: Revista Super Interessante

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