domingo, 30 de outubro de 2011

Qual a diferença entre círculo e circunferência?




Explica a Professora Susi que os guias curriculares para as matérias do 1º grau orientam os professores a não fazer distinção entre circunferência e círculo, alegando que não há tal diferenciação no caso de polígonos (fala-se tanto no perímetro como na área de um polígono). Mas todos os livros de 2º grau que a professora já viu fazem a distinção: circunferência é a linha, circulo é a região limitada pela circunferência. Daí sua perplexidade.
No meu caso pessoal, Susi, ocorreu o oposto, ou quase. No ginásio e no colégio me ensinaram a distinguir entre circunferência e círculo. Na universidade, e em livros  estrangeiros mais avançados, essa diferença desapareceu. Para ser mais exato, o que desapareceu quase inteiramente foi a palavra “circunferência”. Quanto ao termo “círculo” ele tornou-se ambíguo (como “polígono”); ora quer dizer a curva, ora a região por ela limitada.
Para livrar-se da ambigüidade, quando isso é necessário, costuma-se usar a  palavras “disco” para significar a região do plano limitada por uma circunferência . Aí não resta dúvidas.
Em resumo: circunferência e disco são palavras de sentido bastante claro, cada uma com um único significado na língua portuguesa. Por outro lado,  círculo é uma palavra que tanto pode ser empregada no sentido de circunferência como no sentido de disco. (Paciência...)
Quanto à orientação dada pelos guias curriculares, ela contém uma atitude bem razoável. Afinal de contas, não é só “polígono” que  quer dizer tanto a linha poligonal como a região que ela limita. Também poliedro, prisma, cilindro, esfera, etc, às vezes são superfícies  (pois têm área) e às vezes são corpos sólidos, pois têm volume. No caso da esfera, a palavra bola pode ser usada para significar o sólido, ficando esfera para a superfície mas nos outros casos não há distinção.
O melhor a fazer na sala de aula é aceita a terminologia do livro adotado, que deve ser sensata. (Se não for, troque o livro). Caso ache necessário, esclareça aos alunos que a nomenclatura não é universal, havendo quem prefira outros nomes para indicar as mesmas coisas. O mais importante é ser coerente com a linguagem que você escolheu, a fim de evitar mal entendidos. Lembrar sempre o que Humpty Dumpty falou para Alice (no País das Maravilhas): “Quando eu uso uma palavra, ela significa exatamente aquilo que eu decidi que ela significasse – nem mais nem menos”. (E lembrar de avisar aos seus ouvintes qual foi esse significado escolhido.)


Fonte: Revista do Professor de Matemática - RPM

Charge do dia

sábado, 22 de outubro de 2011

ESPORTES - Pernambucano de Xadrez acontece neste Fim de Semana em Garanhuns







Da sexta ao domingo, dia 23 de outubro, Garanhuns vivencia o Campeonato Pernambucano de Xadrez, numa realização da Federação Pernambucana de Xadrez, Clube de Xadrez de Garanhuns e Prefeitura, através da Secretaria de Comunicação Social e Esportes. A Competição acontece no auditório do Hotel Tavares Correia e define além do Campeão Pernambucano, os representantes do estado para a disputa da Semifinal do Brasileiro de Xadrez, prevista para acontecer no próximo mês de novembro, em Belém-PA.

Cerca de cem Enxadristas, oriundos de diversos Estados brasileiros, estão sendo aguardados para a Competição em Garanhuns. O Campeonato Pernambucano de Xadrez homenagear (In memorian) o Enxadrista garanhuense, Dr. Manoel Elpídio de Melo.

“Jogar Xadrez gera benefícios, pois desenvolve a concentração, o raciocínio cognitivo, o cumprimento de regras, bem como o respeito. Ou seja, é um esporte de batalha, que proporciona a educação ao indivíduo”, fundamenta o Presidente da Federação Pernambucana de Xadrez, Byron Veras. Confiante no sucesso do Evento, Byron complementa: “graças ao apoio da Prefeitura, obtivemos repercussão nacional. Daremos o nosso melhor, pois vemos que os Esportes em Garanhuns são uma realidade”, afirma Byron Veras.
 
Fonte:http://blogdoronaldocesar.blogspot.com/

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Matemática do amor

 Ser só o seu amigo não dá mais
Já não sei o que fazer da minha vida
Não tenho culpa se aconteceu
De me apaixonar por uma grande amiga

Já procurei nesse planeta mas não encontrei
Um matemático para calcular
Quantas batidas dá meu coração
Por segundo quando eu vejo você
Há se eu pudesse cronometrar
A velocidade do meu pensamento quando longe de ti
está

Em cada lugar que eu passo escrevo seu nome
E mando flores e cartas, mensagens de amor!
Eu fecho os olhos e sinto você me beijando
Você me tem como amigo mas meu sonho é ter seu amor!

Cantor: Vitor Hugo
Compositor: Vitor Hugo

O perfil do "novo professor"

Matemática na ponta da língua

O que dá aos orientais tanta facilidade para fazer cálculos? A língua, dizem psicólogos americanos. Japoneses, chineses e coreanos podem ser beneficiados pela estrutura de seus idiomas, nos quais os números têm nomes próprios apenas até o dez. Ou seja, em vez de palavras, como onze, doze, vinte, se diz dez-um, dez-dois e assim por diante, até o vinte, que é dois-dez. Em japonês, a pronúncia desses termos é dju-ichi (onze), dju-ni (12) e ni-dju (20). Seguindo a mesma lógica, 21 (ni-dju-ichi) traduz-se por dois-dez-um.

Com isso, as crianças orientais teriam uma agilidade muito maior do que as ocidentais para manipular e combinar os números de diferentes maneiras. Em contas como 16 menos 7,eles simplesmente desmontam o 16 em 10 e 6, subtraem o 7 de 10 e somam o resultado, 3, ao 6. Dá 9. Parece difícil, mas esse é o ponto: para os orientais seria fácil porque fazem tudo isso automaticamente, ajudados pela estrutura da língua. Os ocidentais não teriam a mesma presteza, supõem os psicólogos.

Fonte: Revista superinteressante.

domingo, 16 de outubro de 2011

Frase do dia


“Não posso conceber a infinidade do universo sem aceitar a existência de Deus”
                                                                                                           Albert Einstein

Essa é Interessante


Multiplicar 2 números (de 2 algarismos) que possuam o mesmo algarismo das dezenas, e a soma de seus algarismos das unidades seja 10.

Exemplos de multiplicações que podem ser feitas com esse método: 42x48, 53x57, 21x29, 35x35, 87x83, 94x96, etc.
Devem ser seguidos os seguintes passos:
1) Multiplicamos o algarismo das dezenas (que é igual nos 2 números) pelo número seguinte a ele;
2) Multiplicamos os algarismos das unidades normalmente;
3) Juntamos as duas partes.
Vamos efetuar a seguinte multiplicação: 53 x 57:
Passo 1:
5x6 = 30
Passo 2:
3x7 = 21
Passo 3:
Juntamos os dois números: 3021.
Portanto 53 x 57 = 3021. Barbada!
Outro exemplo: 94 x 96:
Passo 1:
9x10 = 90
Passo 2:
4x6 = 24
Passo 3:
Juntamos os dois números: 9024.
Portanto 94 x 96 = 9024. Barbada!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Você sabe como surgiu o Dia do Professor?

Essa postagem encontrei no Blog do Profº Walber, segue abaixo:

O Dia do Professor é comemorado no dia 15 de outubro. Mas poucos sabem como e quando surgiu este costume no Brasil.
No dia 15 de outubro de 1827 (dia consagrado à educadora Santa Tereza D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”. Esse decreto falava de bastante coisa: descentralização do ensino, o salário dos professores, as matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até como os professores deveriam ser contratados. A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima - caso tivesse sido cumprida.
Mas foi somente em 1947, 120 anos após o referido decreto, que ocorreu a primeira comemoração de um dia dedicado ao Professor.
Começou em São Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas 10 dias de férias em todo este período. Quatro professores tiveram a idéia de organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano. 
O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro, data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de casa para uma pequena confraternização. Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.
A celebração, que se mostrou um sucesso, espalhou-se pela cidade e pelo país nos anos seguintes, até ser oficializada nacionalmente como feriado escolar pelo Decreto Federal 52.682, de 14 de outubro de 1963. O Decreto definia a essência e razão do feriado: "Para comemorar condignamente o Dia do Professor, os estabelecimentos de ensino farão promover solenidades, em que se enalteça a função do mestre na sociedade moderna, fazendo participar os alunos e as famílias".


Parabéns a todos os professores do Brasil, que com toda  dificuldade encontrada em sala de aula, ainda tentamos mudar a sociedade com uma educação que faz a diferença. É uma pena ainda termos governantes não enxergam a escola como o principal meio de melhoria e qualidade de vida das pessoas, ainda sonho um dia com escolas públicas bem equipadas, e ambientes com toda a estrutura possível para se dar aulas de qualidades, não custa sonhar. Feliz Dia do Professor.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Divisão por zero


Você já teve a curiosidade de perguntar ao professor se seria possível dividir algum número por zero? Pois bem, eu perguntei para a calculadora do meu computador, veja só o que ela me disse:


Isso não é por acaso, existe uma explicação bem fácil e que todos vão entender. Para isso, temos que relembrar como fazemos para dividir um número.




Para realizar uma divisão qualquer, você busca um valor para o quociente de forma que ao multiplicar este valor pelo número do divisor, o resultado seja igual ou bem próximo do valor do dividendo. No nosso exemplo utilizamos o número 25 no dividendo e o número 0 no divisor, afinal queremos estudar a divisão por zero.

Seria possível encontrar algum número, qualquer número que seja, que quando você multiplicar pelo divisor zero dê o resultado do dividendo?

Vamos relembrar o que estudamos na multiplicação. Qual é o resultado de qualquer número que você multiplique por zero? A resposta é zero, certo? Exemplo: 3×0=0; 4×0=0.

Por causa disto não é possível dividirmos nenhum número por zero, pois nunca vamos encontrar um valor para o quociente de forma que se aproxime do dividendo. O resultado do quociente multiplicado pelo divisor (zero) será sempre zero e a divisão nunca terminará, veja como seria, caso escolhêssemos o número 3 para ser o nosso quociente.



De hoje em diante você poderá justificar o porquê de não existir a divisão pelo número zero e sempre que você se deparar com uma questão na qual apareça o denominador (divisor) zero, você saberá respondê-la sem fazer cálculos!

domingo, 9 de outubro de 2011

Erro de Cálculo


Um homem está no supermercado fazendo compras quando de repente uma bela morena, dos seus trinta e poucos anos vem em sua direção e diz:
- Acho que você é pai de um dos meus meninos!
Estupefato, ele faz um rápido exercício de memória e dispara:
- Você é aquela prostituta com quem fiz sexo, sem camisinha, na despedida de solteiro do Jorge?
- Não. Sou professora de matemática do seu filho Joãozinho!

Grana na Calça


O professor de matemática pergunta ao aluno:
— Luizinho.
— Pode perguntar, professor.
— Se você tivesse 30 reais num bolso e 70 no outro, o que teria?
— A calça de uma outra pessoa, professor!