segunda-feira, 25 de junho de 2012

II FEIRART - Centenário de Luiz Gonzaga


Convidamos toda a comunidade escolar para participar do nosso II FEIRART em homenagem aos 100 anos de Luiz Gonzaga, que se realizará no dia 26 de Junho de 2012, onde será apresentado atividades desenvolvidas pelos alunos como danças, músicas, teatro e exposições com salas temáticas que contam a história de Luiz Gonzaga e consequentemente de Pernambuco e do Nordeste.



Trigonometria

O seno e o cosseno foram à discoteca... A meio da noite o seno precisou de ir à casa de banho...
Quando lá estava alguémbateu à porta impaciente, ao que o seno exclama:
- Tangente! (Tem gente....... )

Piadas 2


 O que X disse para Y ?
Quando um X fala, o Y abaixa a orelha ...

O que uma nuvem falou para a outra ?
Nuvem que num tem !

O que o cadarço falou para o tênis ?
Eu me amarro em você

O que uma parede falou para outra ?
Vamos nos encontrar ali no canto

O que a caixinha falou para o fósforo ?
Não esquente a cabeça não, cara !

O que um descuidado falou para o outro ?
"Azeitona tem pernas ?". "Não". "Então comi um besouro !"

O que o caminhoneiro descuidado falou para o carona ?
"Tem pinguim nesta região ?". "Não". "Então atropelei uma freira !"

O que um escorregador falou para outro ?
Como os ânus passam depressa

O que o sapo falou para o Bob Marley ?
Reggae, Reggae, Reggae

O que o rato americano falou para o rato brasileiro ?
Camon, dongo !

O que um caipira falou para o outro que estava vendo televisão ?
"Ô, cumpadre ! Firme ?". "Não, é futebor !"

O que o Viagra falou para o Zagallo ?
Você vai ter que me engolir !

O que o ET falou para a mulher dele ?
Vamo ET ?

O que o Papai Noel falou quando perguntaram se ele roia unha ?
Rou, rou, rou...

O que o instrutor da escola de kamikazes falou para os alunos ?
Prestem bem atenção porque eu só vou mostrar uma vez !

O que a minhoca falou pro minhoco ? 
Você minhoquece!

Piadinhas Científicas


Como diz o ditado, quem não copia-e-cola não sai da escola...
Química e Física
Como o elétron atende o telefone ?
"Próton ?"

O que o próton disse para o elétron ?
Hoje você está muito negativo

O que é uma molécula ?
É uma menina muito sapécula

Qual é o doce preferido do átomo ?
Pé-de-moléculas

Biologia
O que um cromossomo disse para o outro ?
Cromossomos felizes !

O que o espermatozóide falou para o óvulo ?
Deixa eu morar com você porque a minha casa é um saco

O que a célula disse quando foi ao barbeiro ?
Mitose

Como as enzimas se reproduzem ?
Fica uma enzima da outra

Por que a célula foi no psiquiatra ?
Porque ela tinha complexo de Golgi

O que são dois pontos pretos no microscópio ?
Uma blacktéria e um pretozoário

O que o polvo disse para a lula ?
Ah, eu sou molusco !

Anatomia e Clínica Geral
Qual é a parte do corpo da mulher que cheira bacalhau ?
O nariz

O que a mulher tem no meio das pernas ?
O joelho

O que é um ponto marrom no pulmão ?
Um brownquite

O que é um pontinho vermelho no meio da porta ?
Um olho mágico com conjuntivite

O que canibal vegetariano come ?
A planta do pé e a batata da perna

Outras Ciências
Por que as estrelas não fazem miau ?
Porque Astronomia

Por que a vaca foi para o espaço ?
Para se encontrar com o vácuo

Tinha dois caras, Geo e Trigo. Geo tinha vários filhos e o Trigo não tinha nenhum. Por quê ?
Porque Geometria e Trigonometria

Na frase "Proibido estacionar", qual é o sujeito da oração ?
Sujeito a guincho

Oração Matemática

Mestre matemático que estais na sala,

Santificada seja a vossa prova,

Seja de Álgebra ou geometria,

O zero de cada dia não nos dai hoje,

Perdoai as nossas bagunças,

Assim como perdoamos os vossos teoremas,

Não nos deixais cair em recuperação,

Mais nos livrai da reprovação,

Amém


Ave matemático cheio de malícia,

O temor esteja convosco,

Bendita seja a prova de vossa cabeça,

Socorro!!!

Santa cola, mãe do aluno,

Rogai por nos agora

E no choro da má sorte,

Amém.

Rezando na prova de Matemática


Meme doido no cálculo...kkkkk


Violência nas escolas


Mafalda e suas teorias 2


Mafalda e suas teorias


sexta-feira, 22 de junho de 2012

MENSAGEM CRIATIVA DE UMA ESCOLA ...


Esta é a mensagem que os professores de uma escola da Califórnia decidiram  gravar na secretária eletrônica. A escola cobra responsabilidade dos alunos e dos pais perante as faltas e trabalhos de casa e, por isso, ela e os professores estão sendo processados por pais que querem que seus filhos sejam aprovados mesmo com muitas faltas e sem fazer os trabalhos escolares.

Eis o texto da mensagem gravada:

- Olá! Para que possamos ajudá-lo, por favor, ouça todas as opções:
- Para mentir sobre o motivo das faltas do seu filho - tecle 1.
- Para dar uma desculpa por seu filho não ter feito o trabalho de casa - tecle 2.
- Para se queixar sobre o que nós fazemos - tecle 3.
- Para insultar os professores - tecle 4.
- Para saber por que não foi informado sobre o que consta no boletim do seu filho ou em diversos documentos que lhe enviamos - tecle 5.
- Se quiser que criemos o seu filho - tecle 6.
- Se quiser agarrar, esbofetear ou agredir alguém - tecle 7.
- Para pedir um professor novo pela terceira vez este ano - tecle 8.
- Para se queixar do transporte escolar - tecle 9.
- Para se queixar da alimentação fornecida pela escola - tecle 0.
- Mas se você já compreendeu que este é um mundo real e que seu filho deve ser responsabilizado pelo próprio comportamento, pelo seu trabalho na aula, pelas tarefas de casa, e que a culpa da falta de esforço do seu filho não é culpa do professor, desligue e tenha um bom dia!"

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Mais que um dilema matemático... Como realmente ajudar seus alunos a aprender Matemática?



Nos últimos tempos, existiram algumas tentativas de mudanças no ensino da Matemática, porém mudanças substanciais não ocorreram. Por esse motivo, a Matemática continua sendo vista como um dos maiores problemas do currículo escolar.
O que será que acontece nas escolas que a maior parte dos alunos lida bem com a Matemática desde a Educação Infantil até, aproximadamente, a 3ª série do Ensino Fundamental e daí para frente passa a odiar essa disciplina? Por que grande parte dos alunos chega ao Ensino Médio com muita dificuldade para usar algoritmos e conceitos estudados nas séries anteriores?
Percebemos que isso se dá em função da atitude de grande parte dos professores que vêem a Matemática como uma ciência pronta e acabada, perfeita e imutável. Essa visão cria dois grandes problemas.
O primeiro é que o professor julga ser o detentor do saber dos conteúdos matemáticos e deseja transmiti-los aos alunos para que passivamente se amoldem aos novos conhecimentos.
O segundo é que o professor passa a idéia de que uma ciência tão perfeita só pode ser aprendida por pessoas privilegiadas, pois os seus conteúdos são tão abstratos que nem todos podem entendê-los.
O professor deve mudar sua forma de ver e ensinar, pois tudo isso é contrário ao que os grandes estudiosos da educação já vêm falando há algum tempo. Muitos estudiosos se preocuparam e se preocupam até hoje em saber de que forma o conhecimento se origina e evolui.
Por exemplo, Jean Piaget diz que as estruturas do pensamento são adquiridas pela ação do sujeito sobre o meio, portanto cabe ao professor criar condições para a construção progressiva dessas estruturas através de atividades que envolvam experimentação, reflexão e descobertas.

A matemática tem que ser percebida pelo aluno como parte de sua vida.
Moacir Gadotti, no seu livro Educação e Compromisso, diz que o saber tem um preço. O conhecimento novo é resultado de um longo processo em constante construção nos indivíduos.
Dione Lucchesi de Carvalho, no seu livro Metodologia do Ensino da Matemática, diz que “a sala de aula não é o ponto de encontro de alunos totalmente ignorantes com o professor totalmente sábio, e sim um local onde interagem alunos com conhecimento do senso comum, que almejam a aquisição de conhecimentos sistematizados, e um professor cuja competência está em medir o acesso do aluno a tais conhecimentos”.
Interação, essa é a palavra!
Cada aluno tem a capacidade de processar as informações de uma mesma realidade, criando significados próprios e construindo o seu próprio conhecimento. Para que isso ocorra, o professor deve adotar uma linguagem simples, clara e objetiva, evitando assim o desinteresse do aluno. Contextualizando sempre de forma bem prática a aprendizagem. Interagindo com esses alunos.
Um bom professor deve ter amplos conhecimentos da disciplina que ensina, ser competente, ter entusiasmo, ser comunicativo e envolver seus alunos. Para isso, deve utilizar diversas técnicas que desenvolvam o raciocínio lógico de seus alunos.
Não estou querendo dizer que seja fácil, mas é nossa função enquanto educadores, despertar o interesse dos nossos alunos e fazê-los aprender. Cabe ao professor não apenas conhecer, mas, sobretudo dominar os métodos e técnicas de ensino, para assim promover os caminhos de aprendizagem que seus alunos irão trilhar.

Fonte: www.planetaeducacao.com.br

Matemática do Sexo


Jogos que ensinam - Aprendendo com dominó



O dominó é um daqueles jogos que não tem sua origem bem definida.É conhecido por inúmeros povos, por esse motivo tem muitas variações e é jogado por pessoas de todas as idades.
Não podemos nos esquecer também da brincadeira que deu origem a expressão "efeito dominó" em que se colocam as peças em pé, uma ao lado da outra; derrubando-se a primeira, esta empurra a segunda e assim por diante, até que todas as peças caiam.
A primeira citação ao jogo vem da China. Segundo lendas daquele país, o jogo teria sido inventado por um funcionário do imperador Hui Tsung. Outra, diz que o jogo foi inventado entre os anos de 234 a 181 a.C, quando teria vivido Huang Ming, um soldado-herói.
No ocidente, há indícios da existência do jogo no séc. XVIII, quando teria chegado na Inglaterra e Itália. O jogo pode mesmo ter sido levado à Itália por Marco Pólo ou outros viajantes da época.
O nome "dominó" teria sua origem na expressão latina Domino gratias (graças a Deus). Isto porque o jogo era comparado à gola das vestes dos padres, golas estas pretas e brancas. Afirma-se que os religiosos usavam a expressão latina cada vez que faziam uma boa jogada...
Não importa qual seja sua origem, o que vale mesmo é que jogar dominó é muito legal e desenvolve muitas habilidades.

Charge


domingo, 10 de junho de 2012

O aluno perfeito


Achei esse artigo do site vestibulandia, que faz uma reflexão sobre o que é o aluno perfeito, e trás algumas dicas importantes para passar no vestibular.

Antes de mais nada, é bom deixarmos claro que não existe (obviamente) o aluno perfeito. Existe uma diversidade tão grande de parâmetros e qualidades pelos quais podemos ser avaliados que é inviável que nos tornemos virtuosos em todos eles. Bem, então qual o propósito deste artigo?
Justamente apresentar as qualidades que são desejáveis em qualquer vestibulando e naturalmente acabar com alguns mitos.

 Inteligência: Aqui começamos nosso primeiro mito, afinal dizem que  "apenas quem é inteligente consegue entrar numa faculdade de renome". Bobagem... A inteligência nada mais é que uma qualidade que é influenciada diretamente por uma série de fatores tais como capacidade de abstração, compreensão, discernimento e até mesmo elementos genéticos.  Grosso modo, avalia-se a inteligência do indivíduo através da sua capacidade de lidar com os problemas e com as respostas a estes mesmos problemas.
Vamos imaginar então nosso "aluno perfeito" com uma inteligência impecável, mas um indivíduo que desconheça completamente os processos e regras de um desafio, por exemplo, um jogo de xadrez. Será que nosso aluno conseguiria ganhar (ou mesmo jogar) uma partida sem nem mesmo ter visto esse jogo na vida? Naturalmente não. Assim , concluimos que apesar da inteligência ser muito importante, ela não é garantia de sucesso. Ao nosso aluno faltou algo importantíssimo, tão essencial quanto a própria inteligência: o conhecimento.

Conhecimento: Uma conceito bem definido através de uma expressão simples: "bagagem cultural". Quanto mais você lê, escreve, aprende e interage com o mundo, maior se torna o conhecimento adquirido. E como maximizar esse conhecimento? Naturalmente, aumentando as formas de interação com os mecanismos de aprendizado. Especificamente, no caso dos vestibulandos, é verdade que muitos se limitam a assistir às aulas sem fazer nenhuma leitura ou exercícios posteriores. Isso é totalmente errado!!! Após uma aula (processo extremamente dinâmico)  muitas vezes ficamos com a agradável (e falsa) idéia de que todo o conceito foi assimilado e que estamos dominando o assunto (cuidado, aprender nâo é a mesma coisa que fixar!). Na semana seguinte, a maior parte do aprendizado foi "pelo ralo abaixo" e aquela "matéria babinha" se torna uma verdadeira "pedra no sapato". Como evitar isso e assegurar uma assimilação de qualidade?
  • Siga a máxima: "Aula dada, aula estudada, preferencialmente no mesmo dia ou (na pior das hipóteses) no dia seguinte"
  • Se possível siga outra máxima ainda melhor "Aula dada, aula estudada e revisada"
  • Comece a rever suas anotações de aula (o quê??? Você não faz anotações de aula???). Faça depois uma leitura mais aprofundada da teoria diretamente no livro/apostila e, se possível, (principalmente nas matérias de Humanas e Biológicas), Faça leituras complementares. Isso é essencial para desenvolver o senso crítico e ler aquela "nota de rodapé" que pode garantir aquele "pontinho matador" na hora da prova.
  • Aumentar o conhecimento é um processo longo e contínuo, da mesma forma que usar aparelho nos dentes. Não se estresse."Devagar e sempre" é melhor do que "acelerado e nunca mais"
Vamos imaginar agora nosso "aluno perfeito" com inteligência e conhecimento impecáveis. Será que agora basta? Vamos ver...
Vamos supor que ele tenha conseguido fazer algumas questôes de matemática (felizmente ele sabia fazer todas!), mas que durante os cálculos ele tenha cometido "pequenos" errinhos como 1 + 2 = 4, ou que, em uma pergunta de História, a questão pedia a alternativa incorreta e ele marcou a correta, e outros "acidentes" do tipo tenham acontecido. Que pena! Nosso aluno perfeito foi reprovado novamente.Mas ele era tão inteligente e culto... Faltou um elemento: Precisão!

Precisão: Vamos imaginar um alvo e o centro desse alvo (chamado mosca). Quanto mais perto da mosca você chega, mais preciso você é. Já atirou dardos em um alvo? Não?? Vamos explicar como funciona:  A primeira vez que você joga é uma lástima. Você acerta a parede, as portas (às vezes o próprio pé), tudo, menos o alvo. Na segunda vez você consegue (por milagre) acertar o alvo. Gradativamente, quanto mais você treina mais próximo da mosca você chega e mais preciso você se torna. É exatamente aí onde queremos chegar (sem trocadilhos!).

Aumentar a precisão nos vestibulares é como atirar dardos: a prática está diretamente ligada à perfeição. Muitas vezes, vemos alunos esnobando questões fáceis, partindo direto para as difíceis e achando que apenas isso basta para garantir o sucesso na prova. Ledo engano. Sabe aquela questão fácil, aparentemente "desprezível"? Ou aquela questão cheia de contas que você se nega a fazer no papel ?(que bom que existem calculadoras científicas,  né?) pois é. Um erro que pode custar muito caro depois.
Fazer uma quantidade razoável de questões ajuda o aluno a minimizar falhas comuns de cálculo (convenhamos: perder aquela questão dificílima de Química - que você sabia resolver!  - por causa de uma continha de multiplicar? Ninguém merece...)

Há também um ganho natural de agilidade, afinal tudo começa a ficar muito trivial. 
Nosso aluno perfeito agora  "dá um show" em inteligência, conhecimento e precisão. E naturalmente foi fazer mais uma prova de vestibular numa conceituadíssima universidade. A primeira questão da prova (de Física) era um verdadeiro desafio. Ele bateu o olho e sacou um método complicadíssimo e trabalhoso de se chegar na resposta. Ficou duas horas na questão, conferiu todos os cálculos (em 5 páginas!). Ele havia acertado a questão (foi um dos únicos!) mas , infelizmente , só deu tempo de acertar aquela. Precisamos falar agora de outro elemento: Eficiência.

Eficiência: Vamos comparar com outro conceito, eficácia. Há uma história (mentirosa, mas interessante) falando sobre a corrida espacial dos americanos contra os russos. Os americanos iriam precisar de uma caneta para fazer anotações e registros no espaço que, pela falta de gravidade, simplesmente não iria funcionar. Daí, eles investiram milhões de dólares e construíram uma caneta com um êmbolo especial que empurraria a tinta em direção à ponta permitindo a escrita. Enquanto isso, os russos usavam um lápis!
Mitos à parte, se a história fosse verdadeira, nós diríamos que os americanos foram eficientes (mas não foram eficazes), afinal o foco deles era no problema e não na solução. Já os russos foram eficazes afinal solucionaram o problema que tinham de uma maneira prática, rápida e barata (o foco foi na solução, e não no problema). Vendo por um exemplo prático, imagine a questão:

(x-2)(x-3)=0

Sem maiores explicações, há duas maneiras de resolver:

Primeira maneira (eficiente): Faz a distributiva, você cai numa equação de segundo grau. Dai você usa a fórmula de Bhaskara ( a mais famosa da oitava série, aquela formulinha maior que um trem) e após tanto trabalho vc chega finalmente na solução: x=2 ou x=3. Cinco minutos depois, marca a alternativa e acerta. Parabéns.

Segunda maneira (eficaz): Você nota que há um produto igual a zero, o que te leva à mesma solução anterior em dois segundos. Você praticamente ganhou 5 minutos. PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Há um outro caso que é o abandono inteligente: Se uma questão vai ser demorada, deixe-a para o final da prova e "fature" nas fáceis e médias. Eventualmente, É melhor perder UMA questão do que perder a prova inteira. Seja Eficaz!
Nosso aluno perfeito agora já é inteligente, culto, preciso e eficaz (agora ele está também com uma "raiva perfeita" da gente, mas isso não vem ao caso!), e cai numa questão cheia de cálculos de Química. Ele faz metade da prova , naturalmente do jeito mais fácil, acerta todas (até agora) só que ele perde um tempo enorme e precioso conferindo e reconferindo todas as contas. Novamente acabou o tempo da prova, e vamos discutir mais um elemento pertinente: Segurança!

Segurança: Vamos começar pelo seu oposto, a insegurança: sua origem tem três elementos: a "sindrome da calculadora", "síndrome do gabarito" e o fator emocional. Vamos chamar de "sindrome da calculadora" aquela insegurança natural do vestibulando que, em pleno ano de preparo, usa indiscriminadamente a máquina, inclusive para as contas mais simples. Quando ele encarar uma prova de verdade, vai naturalmente ficar inseguro, muitas vezes descobrindo coisas nada agradáveis (como é que eu faço divisão com decimais mesmo?). Deixamos claro: lugar de calculadora de vestibulando é na gaveta. ou vestibulando usa apenas quatro ferramentas para cálculo: cérebro mão e caneta e papel.

A "síndrome do gabarito" é ainda pior e existe em vários graus. O aluno vai fazer uma questão e antes de concluí-la (ou sequer começá-la) dá uma olhadinha na resposta pra "saber se ele vai fazer certo". Existem outros que vão fazer questões de Geografia, por exemplo, e pelo fato de não ter utilizado o termo "lençóis freáticos " (que estava no gabarito!!!)ele já  pensa que errou a questão. Não é assim!

Gabarito serve para conferir a questão e não influenciar a sua resposta para um caminho que muitas vezes você não iria seguir numa prova. A dica é a seguinte: se, durante os estudos,  você tem 20 questões para fazer, faça as vinte e só APÓS TERMINÁ-LAS confira o gabarito. O fato de muitas vezes a questão estar com a resposta no gabarito  mais bem redigida que a sua não significa que a sua resposta está errada. Na dúvida, leve ao professor a sua versão.

A "síndrome da calculadora" e a "síndrome do gabarito" levam a uma angustiante ansiedade durante a prova. e nada pior do que fazer uma prova estando psicologicamente abalado. Evitando esses dois comportamentos você vai ter uma leve (e passageira!) insegurança natural durante a prova que logo vai se extinguir quando você perceber que está dominando a prova, e não o contrário.

Também ligado à segurança é o processo natural de abandono. Se você não sabe uma questão, "desencane". O que importa não é acertar tudo   mas sim fazer o melhor para garantir a vaga!
Nosso amigo "aluno perfeito" agora já é inteligente, culto, preciso, eficiente e seguro. E (olhem só!), ele conseguiu ser o primeiro lugar daquela universidade conceituadíssima! Seu problema agora é enfrentar o assédio de suas novas fãs, mas isso já é outra história...


sábado, 9 de junho de 2012

A IDADE DE DIOFANTE



Dos poucos rasgos biográficos de Diofante (notável matemático grego nascido em Alexandria)  que chegaram até nós o mais difundido é sem dúvida o célebre epitáfio do seu sepulcro. Nele é perguntada a idade de Diofante ou Diofanto aquando da sua morte.
Epitáfio
“Caminhante!
Aqui jazem os restos de Diofante.
Os números podem mostrar, oh maravilha, a duração da sua vida, cuja sexta parte constou da encantadora infância.
Tinha passado mais uma duodécima parte da sua vida quando lhe apareceu a barba.
A partir daí, a sétima parte da sua existência passou-a num matrimónio sem filhos.
Passou um quinquénio mais quando o fez feliz o nascimento do seu primogénito.
Este entregou o seu corpo e a sua encantadora existência à terra, tendo vivido metade do que seu pai viveu.
Quanto a Diofante desceu à sepultura com profunda mágoa, tendo sobrevivido apenas quatro anos a seu filho.
Diz-me, caminhante, quantos anos viveu Diofante até que a morte lhe chegou.”

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Charge do dia


Momentos de descontração em sala de aula



sexta-feira, 1 de junho de 2012

REFLEXÃO PARA OS PROFESSORES

PROFESSOR! DÓI, O SILÊNCIO QUE TU FAZES Professor, a mordaça está se alargando. Ao teu corpo se arredando. A rotina de sala, caderneta, ida e vinda. A tua voz é calada e quando incontida se rompe O teu ouvinte é surdo e ignora o eco das harpas sem cordas. Os alunos atordoados foram toldados como os mestres. Toldados de turmas, horários, conteúdos e oportunidades. Professor, o teu silêncio é uma carícia na face do predador. O coração dos alunos e a memória da categoria são carne sangrando. Sangra também a esperança de mudança e união. É hora de atitudes, vozes ecoando e passos se unindo, Mas tu calas. Dói professor, vê tua inércia Teu carrasco se alonga, ganha espaço Tua alma é caverna da dor e do silêncio. E os sonhos, mestre, são tristes enganos, Adormecem em salas lotadas. Bolsos vazios e almas lacrimejantes. O abandono dos valores, respeito e direitos. As ruínas que sobram como resultado da profissão. São sombras e poeira ao vento do esquecimento. Assim como a vontade de seguir professorando. O eleito pelo povo silencia a voz dos mestres. Amordaça sua energia e vontade laboral. Com uma lágrima vergando a face. Um silenciar de desejos e anseios O professor, que deixa atingir tua alma, teu bolso e tua dignidade. Silencia e cala fundo. Cala professor! Dói, o silêncio que tu fazes.... DUCI MEDEIROS (Professora da Rede Oficial de Ensino de Pernambuco)

Sem noção 2



A mulher liga para a pizzaria. Pede uma pizza.
- A senhora deseja que eu corte em quatro ou oito pedaçõs?
Ela pensa um pouco e responde:
- Corte em apenas quatro. Eu não aguentaria comer oito pedaços!

Sem noção 1



O pai vai buscar o filho na escola. E pergunta:
- E aê filhão... como foi a aula?
- Foi legal, pai... tive aula de álgebra, mas não quer perder a pose:
- Que bacana, filhão!!!!
Então fala " bom dia, pai" em álgebra.

Charge do dia