sábado, 30 de março de 2013

'Estudar virou hábito', diz aprovado em 13 concursos públicos, no AM



Muitos querem passar em concurso público atraídos pela estabilidade e remuneração acima do que é praticado na iniciativa privada. Se engana, porém, que todo concursado opta sempre por fazer da aprovação fonte de remuneração para o resto da vida. Há uma tendência em se acostumar - e até gostar - de manter o ritmo de estudo acelerado, pautados em editais. Foi o que aconteceu com o Oficial de Justiça João Victor Tayah, de 26 anos que é concursado e continua a buscar outras aprovações. “Estudar para concurso virou um hábito que sinto falta quando não mantenho”, disse.

No currículo, João Victor carrega a aprovação de mais de 13 concursos públicos. De assistente administrativo da Prefeitura de Manaus à Oficial de Justiça com aprovação nos processos do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Tribunal Regional Federal (TRF) e Tribunal de Justiça de Roraima (TJ-RR), o início da vida de concurseiro foi motivada pela estabilidade financeira.

“Decidi estudar para concursos porque a estabilidade sempre me chamou a atenção. Depois que vi que poderia passar em outros, me acostumei a tentar oportunidades melhores”, ressaltou Tayah. O sucesso, no entanto, é resultado de cinco horas diárias de estudos. As aprovações também são fruto de fins de semana sem pensar em ir a festas ou encontros com amigos. O saldo de poder escolher o cargo que quiser é a marca do reconhecimento por tanto afinco.
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“Tem aquela questão de não poder sair, mas quando consigo a aprovação é a minha vitória. Vale a pena passar horas focado nos livros”, comemorou. Bacharel em Direito, João Victor acredita que a formação jurídica auxilia o candidato na hora de prestar um concurso público devido às disciplinas indicadas nos editais. “Levamos uma certa vantagem porque temos a oportunidade de ver com calma os vários leques do Direito. Mas, na prática, há oportunidades para todos. É só estudar”, afirmou João Victor de maneira positiva.

A vida de concurseiro está aliada a viagens por todas as regiões brasileiras. Para prestar concursos, João já viajou à Santa Catarina, Roraima, Pará, Ceará e Rio de Janeiro. Rondônia, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul.
Concurseiro iniciante
Para quem está atraído pela ideia de passar horas a fio rodeado de livros, a dica do concurseiro veterano é se matricular em um curso preparatório. De acordo com João Victor é importante frequentar um cursinho que eduque o candidato novato a se manter no ritmo e adquirir disciplina.

“Depois de um certo tempo, a gente já sabe o que cada concurso, dependendo da carreira, vai solicitar no edital. Daí nem precisa estar o tempo todo em sala de aula e é mais você e os livros. Para quem está começando, recomendo manter um ritmo de estudos dentro e fora do cursinho. É questão de disciplina”, enfatizou Tayah.

Estudar até passar
Conforme João Victor, a meta de todo concurseiro deveria ser “estudar até passar”. A concorrência acirrada, principalmente nos cargos que exigem o curso superior em Direito, não devem amendrontar o concurseiro. É o que pensa João Victor.

“É difícil, mas não é impossível. Tem gente que começa a estudar e quando vê que não passa de primeira já desiste logo. É importante continuar estudando incansavelmente que um dia a pessoa consegue. É assim com todo mundo”, recomendou.

Foto: Girlene Medeiros / G1 AM

Girlene Medeiros Do G1 AM

Triângulo de Escher exposto no Parque Euclides Dourado em Garanhuns

Fui ao parque Euclides Dourado localizado aqui em Garanhuns correr na pista e ao terminar visualizei uma figura interessante na entrada do parque e ao analisar percebi que tratava da figura de Escher que foi um matemático e criou figuras no plano que é impossível existir no espaço, mas essa figura abaixo é muito interessante, pois dependendo do ângulo conseguimos visualizar o triângulo. Essa obra foi exposta pelo Espaço Ciência e está lá para a visitação.




domingo, 24 de março de 2013

Meninas herdam o medo de matemática de suas professoras


Uma pesquisa da Universidade de Chicago mostrou que professoras do ensino fundamental que ficam nervosas ensinando matemática passam esse medo para suas alunas. O estudo analisou 17 professoras, 52 alunos e 65 alunas.
Os pesquisadores perceberam que as notas dos meninos em matemática não são afetadas pelo quanto a professora se sentia desconfortável ensinando a matéria. Já o caso das meninas foi o contrário.
Para determinar o impacto disso na educação das crianças, o nervosismo dos professores foi medido. Depois seus alunos foram testados no começo e no fim do ano – eles deviam desenhar um aluno que fosse bom em matemática e um aluno que fosse bom em leitura. No começo do ano, tanto meninos quanto meninas foram desenhados, nos dois casos.
Mas, no final do ano letivo, os pesquisadores notaram que, mesmo os meninos tendo mantido seu padrão e desenhado tanto alunos bons quanto alunas, as meninas passaram a desenhar, quase invariavelmente, meninas boas em leitura e meninos bons em matemática.
As meninas admitiam que meninos eram melhores em matemática, além disso, acabavam tendo notas mais baixas na matéria se comparadas com os meninos ou com as próprias meninas que não acreditavam nesse estereótipo.
Os autores da pesquisa sugerem que a preparação dessas professoras no ensino da matemática deveria ser maior. Essa diferença que as meninas acabam tendo na educação pode afetar a forma com que elas escolhem a profissão – por isso as engenharias acabam sendo campos quase exclusivamente masculinos. []

Fonte: http://www.solucaomatematica.com.br/?p=2534


quarta-feira, 20 de março de 2013

A garrafa mágica




Num programa de auditório, um físico, um matemático e um astrólogo tiveram de escolher a maior invenção de todos os tempos.
O físico escolheu o fogo , que deu ao homem controle sobre a matéria.
O matemático escolheu o alfabeto, que deu ao homem controle sobre os símbolos.
O astrólogo escolheu a garrafa térmica.
- Por que uma garrafa térmica? - Quis saber o apresentador do programa.
- No inverno, ela mantém os líquidos quentes quentes e, no verão mantém os líquidos frios frios.
- Sim, mas e daí?
-Pense um pouco a respeito - disse o astrólogo. - Como a garrafa sabe?

Quem Deus pensa que é?


Biólogos pensam que são bioquímicos.
Bioquímicos pensam que são químicos-físicos.
Químicos-físicos pensam que são físicos.
Físicos pensam que são Deus.
E Deus pensa que é matemático.

terça-feira, 19 de março de 2013

A Matemática Chinesa... E a Matemática Brasileira


A única desculpa técnica que justificaria essa disparidade de valores monetários, dadas as dimensões nas duas construções... só vejo uma. Aqui, as cédulas e moedas serão empregadas como material na construção!!!!
VEJAM COMO A MATEMÁTICA PODE SER CRUEL...

Há uma semana o governo da China inaugurou a ponte da baía de Jiaodhou, que liga o porto de Qingdao à ilha de Huangdao. Construído em quatro anos, o colosso sobre o mar tem 42 quilômetros de extensão e custou o equivalente a R$ 2,4 bilhões.

Há uma semana o DNIT escolheu o projeto da nova ponte do Guaíba, em Ponte Alegre, uma das mais vistosas promessas da candidata Dilma Rousseff. Confiado ao Ministério dos Transportes, o colosso sobre o rio deverá ficar pronto em quatro anos. Com 2,9 quilômetros de extensão, vai engolir R$ 1,16 bilhões.

Intrigado, o matemático gaúcho Gilberto Flach resolveu estabelecer
algumas comparações entre a ponte do Guaíba e a chinesa. Na edição desta segunda-feira o jornal Zero Hora publicou o espantoso confronto numérico resumido no quadro abaixo:

Os números informam que, se o Guaíba ficasse na China, a obra seria concluída em 102 dias, ao preço de R$ 170 milhões. Se a baía de Jiadhou ficasse no Brasil, a ponte não teria prazo para terminar e seria calculada em trilhões. Como o Ministério dos Transportes está arrendado ao PR, financiado por propinas, barganhas e permutas ilegais, o País do Carnaval abrigaria o partido mais rico do mundo.

Corruptos existem nos dois países, mas só o Brasil institucionalizou a impunidade. Se tentasse fazer na China uma ponte como a do Guaíba, Alfredo Nascimento daria graças aos deuses se o castigo se limitasse à demissão.

Dia 19/07/11, o Tribunal chinês sentenciou a execução de dois prefeitos que estavam envolvidos em desvio de verba pública.

(Adotada esta prática no Brasil, teríamos que eleger um Congresso por ano)

Vamos fazer esta mensagem chegar a todos os Brasileiros...
VEJAM COMO A MATEMÁTICA PODE SER CRUEL...

Há uma semana o governo da China inaugurou a ponte da baía de Jiaodhou, que liga o porto de Qingdao à ilha de Huangdao. Construído em quatro anos, o colosso sobre o mar tem 42 quilômetros de extensão e custou o equivalente a R$ 2,4 bilhões.

Há uma semana o DNIT escolheu o projeto da nova ponte do Guaíba, em Ponte Alegre, uma das mais vistosas promessas da candidata Dilma Rousseff. Confiado ao Ministério dos Transportes, o colosso sobre o rio deverá ficar pronto em quatro anos. Com 2,9 quilômetros de extensão, vai engolir R$ 1,16 bilhões.

Intrigado, o matemático gaúcho Gilberto Flach resolveu estabelecer
algumas comparações entre a ponte do Guaíba e a chinesa. Na edição desta segunda-feira o jornal Zero Hora publicou o espantoso confronto numérico resumido no quadro abaixo:

Os números informam que, se o Guaíba ficasse na China, a obra seria concluída em 102 dias, ao preço de R$ 170 milhões. Se a baía de Jiadhou ficasse no Brasil, a ponte não teria prazo para terminar e seria calculada em trilhões. Como o Ministério dos Transportes está arrendado ao PR, financiado por propinas, barganhas e permutas ilegais, o País do Carnaval abrigaria o partido mais rico do mundo.

Corruptos existem nos dois países, mas só o Brasil institucionalizou a impunidade. Se tentasse fazer na China uma ponte como a do Guaíba, Alfredo Nascimento daria graças aos deuses se o castigo se limitasse à demissão.

Dia 19/07/11, o Tribunal chinês sentenciou a execução de dois prefeitos que estavam envolvidos em desvio de verba pública.

(Adotada esta prática no Brasil, teríamos que eleger um Congresso por ano)

Vamos fazer esta mensagem chegar a todos os Brasileiros...

Fonte: http://www.facebook.com/photo.php?fbid=383214771786245&set=a.294317997342590.68034.294316114009445&type=1&theater

sexta-feira, 8 de março de 2013

domingo, 3 de março de 2013

Professor que nunca havia reprovado um só aluno

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Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.
Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.
O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.” Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas’. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um “A”.
Após calculada a média da primeira prova todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.
Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.
Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para sua total surpresa.
O professor explicou: “o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso.”
1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando  dividi-la;
5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

Fonte:http://www.engenhariae.com.br/colunas/professor-que-nunca-havia-reprovado-um-so-aluno/



Conversa etílica entre marido e mulher.


HUMOR

- Você bebe? – A mulher puxou assunto.
- Sim. – Respondeu o marido.
- Quanto por dia?
- Três Uísques.
- Quanto paga por Uísque?
- Cerca de R$ 10,00.
- Há quanto tempo você bebe?
- Vinte anos.
- Um uísque custa R$ 10,00 e você bebe três por dia, R$ 900,00 por mês e R$ 10.800,00 por ano, certo?
- Correto.
- Se em um ano você gasta R$ 10.800,00 sem contar a inflação em vinte anos você gastou R$ 216.000,00, correto?
- Correto.
- Você sabia que esse dinheiro aplicado e corrigido com juros compostos durante vinte anos você poderia comprar uma Ferrari?
- Você bebe?
- Não.
- Então cadê a porra da sua Ferrari?

VOCÊ NÃO TRABALHA NEM UM DIA POR ANO? COMO? ISSO MESMO... VAMOS À PROVA.


- QUANTAS HORAS VOCÊ TRABALHA POR DIA?
 - 8 horas.

- QUANTAS HORAS TEM UM DIA:
- 24

- QUANTOS DIAS TEM UM ANO?
- 365

- POIS BEM! SE VOCÊ TRABALHA 8 HORAS POR DIA, SIGNIFICA QUE VOCÊ SÓ TRABALHA 1/3 DO DIA. CORRETO?
 - Correto.

- SE VOCÊ TRABALHA 1/3 DO DIA, LOGICAMENTE TRABALHA 1/3 DO ANO, O QUE EQUIVALE A 121,6 DIAS.
- QUANTOS DIAS DE FÉRIAS VOCÊ TEM?
- 30 dias.
- COMO NAS FÉRIAS VOCÊ NÃO TRABALHA, É JUSTO QUE EU DIMINUA 30 DIAS, CONCORDA COMIGO?
- Claro.

- ENTÃO 121 – 30 = 91 DIAS DE TRABALHO. VAI QUESTIONAR?
Não.

-QUANTOS DOMINGOS TEM UM ANO?
- 52 domingos.

- SE EXISTE 52 DOMINGOS, ISSO EQUIVALE DIMINUIR 52 DOMINGOS DOS QUAIS VOCÊ NÃO TRABALHA. 91 – 52 = 39 DIAS DE TRABALHO. CERTO?
- Certo.

- NO SÁBADO VOCÊ TRABALHA ATÉ QUE HORAS?
- Até às 12 horas.

- SE EXITEM 52 DOMINGOS, LOGICAMENTE EXITEM 52 SÁBADOS. SE VOCÊ TRABALHA APENAS MEIO EXPEDIENTE  ISSO QUER DIZER QUE VOCÊ TRABALHA A METADE DE 52 DIAS QUE SÃO 26. POIS, FICANDO DESSA FORMA MENOS 26 DIAS QUE É A OUTRA METADE, OU SEJA, 39 – 26 = 13 DIAS DE TRABALHO ANUAIS. SIM IA ME ESQUECENDO DE UM DETALHE. VOU SELECIONAR ALGUNS DIAS AQUI QUE COM CERTEZA VOCÊ NÃO TRABALHA.

1-) 1º DE JANEIRO;
2-) CARNAVAL;
3-) SEXTA FEIRA DA PAIXÃO;
4-) CORPUS CRISTI;
5-) 25 DE DEZEMBRO;
6-) SÃO JOÃO;
7-) DIA DA PADROEIRA DO BRASIL – NOSSA SENHORA APARECIDA;
8-) 15 DE NOVEMBRO – PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA
9-) 7 DE SETEMBRO;
10-) DIA DE FINADOS;
11-) ANIVERSÁRIO DE SUA CIDADE.
12-) FINADOS.

- SE VOCÊ NÃO TRABALHA ESSES DIAS QUE TOTALIZAM 12, COM CERTEZA EU OS TIRO DOS 13 QUE ACHA QUE TRABALHA. 13 – 12 = 1 DIA. SATISFEITO?
- Mas de qualquer forma pelo menos eu trabalho um dia no ano, portanto não sou vagabundo.

- É AÍ QUE VOCÊ SE ENGANA MEU CARO. ESSE DIA O QUAL VOCÊ ACHA QUE TRABALHA É O DIA 1º DE MAIO, DIA DO TRABALHADOR E AÍ NINGUÉM TRABALHA.


Fonte: http://noticiasdomundoecuriosidades.blogspot.com.br/

Professore após 25 anos de serviços prestados...


Curiosidades sobre a aprendizagem