terça-feira, 30 de abril de 2013

Cientistas descobrem que conseguimos resolver equações matemáticas e ler subconscientemente


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Seu cé­rebro pode ler e fazer contas de ma­te­má­tica sem você saber. Já era co­nhe­cido o fato que as pes­soas po­diam ler pa­la­vras iso­ladas mesmo en­quanto a mente está em outro lugar. Agora, pes­qui­sa­dores des­co­briram que somos ca­pazes de ler e com­pre­ender frases in­teiras e até mesmo so­lu­ci­onar equa­ções ma­te­má­ticas en­quanto nossa mente cons­ci­ente está ocu­pada pen­sando em ou­tras coisas.
Ci­en­tistas da Uni­ver­si­dade He­braica de Je­ru­salém (Is­rael), li­de­rados pelo pro­fessor Ran Hassin, fi­zeram uma série de ex­pe­ri­mentos e de­mons­traram que fun­ções re­la­ci­o­nadas com o pen­sa­mento hu­mano, como lei­tura e re­so­lução de equa­ções, não exigem ne­ces­sa­ri­a­mente cons­ci­ência. Para os pes­qui­sa­dores, há uma li­gação in­dis­cu­tível entre o cons­ci­ente e o sub­cons­ci­ente, e os pro­dutos da in­te­li­gência hu­mana podem fun­ci­onar a partir do tra­balho de ambos.
Para chegar a essas con­clu­sões, a equipe usou uma téc­nica co­nhe­cida como Con­ti­nues Flash Sup­pres­sion (Su­pressão Con­tínua do Flash). Com ela, é pos­sível apre­sentar in­for­ma­ções para a parte sub­cons­ci­ente da mente dos in­di­ví­duos.
A téc­nica en­volve a exi­bição de in­for­ma­ções para um dos olhos da pessoa, en­quanto, si­mul­ta­ne­a­mente, o outro olho vi­su­a­liza ima­gens co­lo­ridas. As ima­gens co­lo­ridas chamam tanto a atenção que as ou­tras in­for­ma­ções não são no­tadas. Bem, ao menos cons­ci­en­te­mente.
Em um dos testes, os vo­lun­tá­rios re­ce­beram ima­gens de frases curtas com sen­tido e sem sen­tido para um dos olhos. De­pois, eles ti­nham que dizer as frases que lem­bravam. Os pes­qui­sa­dores des­co­briram que os vo­lun­tá­rios eram mais ca­pazes de lem­brar as frases sem sen­tido do que as ou­tras, in­di­cando que eles ti­nham as com­pre­en­dido sub­cons­ci­en­te­mente.
Seu cérebro pode ler e fazer contas de matemática sem você saber. Já era conhecido o fato que as pessoas podiam ler palavras isoladas mesmo enquanto a mente está em outro lugar. Agora, pesquisadores descobriram que somos capazes de ler e compreender frases inteiras e até mesmo solucionar equações matemáticas enquanto nossa mente consciente está ocupada pensando em outras coisas.


sexta-feira, 26 de abril de 2013

Minhas construções geométricas









quarta-feira, 3 de abril de 2013

O que eles realmente fazem?Filhos podem até esconder muita besteira. Mas, perto de sua imagem de rebeldes, até que são bem-comportados


VER PORCARIA NA INTERNET Nos EUA, 73,5% dos pais acreditam que seus filhos adolescentes não acessam conteúdo inapropriado para sua idade. Já na prática... 
70% escondem dos pais o que veem. 
43% acessam jogos de simulação de violência. 
32% veem pornografia. 


MATAR AULA Metade dos pais brasileiros ignora o que seus filhos fazem no tempo livre - e alguns não sabem nem o que fazem quando estariam na escola. 
10% escola privada 
21% escola pública

BEBER A maioria dos adolescentes brasileiros já experimentou álcool. Mas isso não quer dizer que bebam frequentemente. 
QUEM
54,3% dos adolescentes já beberam. Eles começam, em média, aos 13,9 anos.
O QUÊ? 35% vinho 
52% cerveja 
6% bebidas "ice" 
7% destilados
QUANDO 
Meninos 
Todos os dias - 2% 
De 1 a 4 vezes por semana - 10% 
De 1 a 3 vezes por mês - 16% 
Menos de 1 vezao mês - 8% 
Menos de 1 vez ao ano ou nunca - 64% 

Meninas
Todos os dias - 0% 
De 1 a 4 vezes por semana - 6% 
De 1 a 3 vezes por mês - 14% 
Menos de 1 vezao mês - 11% 
Menos de 1 vez ao ano ou nunca - 68% 

QUANTO 
Adolescentes que tomaram um porre nos útimos 12 meses: 

21% dos meninos: 5 doses ou mais 
12% das meninas: 4 doses ou mais 


FUMAR Entre estudantes do 9ª ano do ensino fundamental, 95,5% dizem que sua família se importaria muito se eles fumassem. 
21,2% dos estudantes já experimentaram cigarro. Mas apenas... 
6,3% fumaram pelo menos uma vez nos últimos 30 dias.
USAR DROGAS Ainda que um em cada 6 já tenha experimentado algum tipo de droga, o número de usuários é bem menor. 
22% dos jovens já usaram drogas. Isso se divide em: 
5% que usam de forma habitual. 
17% que já provaram, mas não são usuários. 


DOS QUE JÁ EXPERIMENTARAM 
49% seus pais não sabem que usaram. 
43% seus pais sabem que usaram. 
8% não fazem ideia se os pais sabem que usaram.

O QUE USARAM 
77% maconha 
31% cocaína 
28% lança-perfume 
11% ecstasy 
10% LSD 
7% crack 
5% anfetamenias 
5% chá de cogumelo
TRANSAR Meninos perdem a virgindade com uma ficante ao chegar ao ensino médio, e meninas, um ano e meio depois com um namorado mais velho. 

Meninos 
QUANDO COMEÇA : 14,7 anos 

O PRIMEIRO PARCEIRO(A) É: Namorada(o) - 45% 
Esposa/marido - 1% 
Ficante - 48% 
Prostituta - 5% 

QUE CONHECEU: Na vizinhança - 27% 
Na escola - 28% 
Lugares de lazer - 18% 
Igreja ou trabalho - 6% 

E QUE ERA: Mais novo(a) - 10% 
Da mesma idade - 52% 
2 a 4 anos mais velho(a) - 24% 
5 ou mais anos mais velho(a) - 14%

Meninas 
QUANDO COMEÇA : 16,3 anos 

O PRIMEIRO PARCEIRO(A) É: 
Namorada(o) - 86% 
Esposa/marido - 4% 
Ficante - 9% 
Prostituta - - 

QUE CONHECEU
Na vizinhança - 33% 
Na escola - 14% 
Lugares de lazer - 23% 
Igreja ou trabalho - 8% 

E QUE ERA
Mais novo(a) - 2% 
Da mesma idade - 24% 
2 a 4 anos mais velho(a) = 36% 
5 ou mais anos mais velho(a) - 38%

ELES USAM CAMISINHA? Nem sempre. Entre os jovens de 15 a 24 anos... 

55% usaram preservativo na última vez em que transaram. 
68% usaram na última vez que fizeram sexo casual.

E SE A MENINA ENGRAVIDAR? Quando uma adolescente conta que engravidou, mais da metade dos pais fica contente ou a menos se compromete a ajudar. Mas parte das famílias nem sequer sabe que seus filhos já foram futuros pais. 
12,5% Porcentagem de grávidas de até 19 anos que optam pelo aborto. 
Entre meninas que engravidaram até os 19 anos, sua família: 33,6% ficou contente com a gravidez. 
18,5% disse que ajudaria a cuidar do bebê. 
13,7% sugeriu um aborto. 
9,1% exigiu que se casasse. 
3,1% expulsou a menina de casa. 
11% não ficou sabendo. 
11% outros
Entre meninos que até os 19 anos, engravidaram uma menina, sua família: 26,6% disse que ajudaria a cuidar do bebê. 
37,5% não ficou sabendo. 
21,4% ficou contente com a gravidez. 
5,4% sugeriu um aborto. 
4,4% exigiu que casasse. 
4,5% outros 
0,2% expulsou o menino de casa.

FONTES: Ibge/Ministério da Saúde, McAfee, Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, Unidade de Pesquisas em Álcool e Drogas, Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas, Pesquisa Gravidez na Adolescência, Maria Luiza Heilborn.

Superinteressante.com.br

terça-feira, 2 de abril de 2013

Rendimento dos alunos de matemática piora entre o 5º e o 9º ano


O percentual de estudantes com rendimento adequado em matemática na rede pública do país cai ao longo dos anos do ensino fundamental, mostra estudo que comparou a evolução de alunos entre 2007 e 2011.

 A constatação é de levantamento inédito da ONG Todos pela Educação, que detalha a evolução do rendimento dos alunos de escolas públicas do país na Prova Brasil, exame do governo federal. 

O percentual de estudantes com rendimento adequado na disciplina de uma turma caiu de 22% no quinto ano, em 2007, para 12%, quando ela chegou ao último, em 2011. 

Ou seja, 88% deles não sabiam calcular porcentagens ou a área de uma figura plana ou mesmo ler informações em um gráfico de colunas. E levam essa defasagem para os ensinos médio e superior. 

Em língua portuguesa, o recuo entre as séries não foi tão intenso (26% para 23%). 


Uma das explicações mais citadas por especialistas é a falta de professores na área. É na etapa final do fundamental que os alunos passam a ter aulas com docentes especialistas nas matérias. 

"Um jovem com habilidade em matemática pode ter salários mais altos se for para engenharia, para bancos. Poucos querem lecionar", disse o professor Rogério Osvaldo Chaparin, do Centro de Aperfeiçoamento do Ensino da Matemática, da USP. 

No último levantamento federal, matemática apareceu como a área de maior deficit de professores (65 mil). 

Igor Willian, 17, ficou quase 2010 inteiro sem docente da disciplina, na zona leste da capital. "Até hoje tenho dificuldade com matemática, física e química, porque fiquei aquele ano no pátio." 

Ele recorreu ao Henfil, cursinho popular, para diminuir a defasagem. "Gostaria de fazer engenharia civil, mas tenho medo dos cálculos." 

Para a gerente da área técnica do Todos pela Educação, Alejandra Meraz Velasco, há dificuldades adicionais nos anos finais do fundamental. 

Uma delas é que os alunos são divididos entre municípios e Estados. "O final do fundamental fica num limbo, quase sem políticas para melhoria. E em matemática o problema fica mais evidente, porque há uma sequência difícil de recuperar depois", diz. 

Fonte: Uol.com.br