sexta-feira, 24 de maio de 2013

O dia da Matemática - Poliedros


Vivenciamos no dia 6 de Maio o dia da Matemática.
Trabalhamos vários temas e um deles foi uma sala temática coordenada por mim, onde falamos sobre os poliedros, propriedades e suas aplicações.
Tivemos também a robótica, com o professor Wilker coordenando os alunos; outra sala com uma oficina de cubo mágico, coordenado pelo Profº Zezinho; uma sala só com desafios e curiosidades de matemática, ministrados pelas Profª Verlane e Izabel. Seguem as fotos do dia do evento.





























Garoto de 14 anos pode aperfeiçoar teoria de Einstein e é cotado para o Nobel de Física


Jacob BarnettUm estudante norte-americano de 14 anos pretende criar uma versão "mais elaborada" da Teoria da Relatividade, de Albert Einstein. Jacob Barnett tem QI de 170 pontos, 10 a mais que do criador da fórmula “E=mc2” quando tinha 26 anos.

Ele é autodidata e aprendeu sozinho cálculo, álgebra, geometria e trigonometria em apenas duas semanas. Aos 11 anos, ingressou no curso de astrofísica avançada da Universidade de Indiana e, aos 13, já estava publicando pesquisa sobre o Big Bang.
Tudo começou quando sua mãe, sem ter certeza se o filho estava falando bobagem ou era um gênio, enviou um vídeo com a sua teoria para a Universidade de Princeton (local onde o próprio Einstein fez suas pesquisas):
“Estou impressionado com o seu interesse pela física e o quanto ele aprendeu até agora. A teoria em que ele está trabalhando envolve vários dos problemas mais difíceis em astrofísica e física teórica. Quem os resolver será cotado ao Prêmio Nobel”, disse Scott Tremaine, professor de astrofísica da universidade.
Bem, Jacob, que aos 2 anos foi diagnosticado com síndrome de Asperger, um tipo de autismo, prepara agora sua tese de Phd em sistemas quânticos e pode realmente estar a caminho do Prêmio Nobel de Física. No ano passado, ele fez uma apresentação noTEDx com a temática “A importância de parar de aprender e começar a pensar” (veja vídeo abaixo).

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Redutor


Falhas Famosas


Vamos Acabar Com as Notas

Vamos Acabar Com as Notas


Damos notas a hotéis, a videogames e a tipos de café.
Mas faz sentido dar notas a seres humanos como fazem as escolas e nossas universidades?
Ninguém dá a Beethoven ou à Quinta Sinfoniauma nota como 6.8, por exemplo.
O que significa dar uma “nota” a um ser humano?
Que naquele momento da prova, ele sabia x% de tudo o que os professores gostariam que ele soubesse da matéria.
Mas saber “algo” significa alguma coisa hoje em dia?
Significa que você criará “algo” no futuro?
Que você será capaz de resolver os inúmeros problemas que terá na vida?
Que será capaz de resolver os problemas desta nação?
É possível medir a capacidade criativa de um aluno?
Quantos alunos tiraram nota zero justamente porque foram criativos ou criativos demais?
Por isso, não damos notas a Beethoven nem a Picasso, não há como medir criatividade.
Muitos vão argumentar que o problema é somente aperfeiçoar e melhorar o sistema de notas, que obviamente não é perfeito e as suas falhas precisam ser corrigidas.
Mas e se, em vez disso, abolíssemos o conceito de notas?
Na vida real, ninguém nos dará notas a cada prova ou semestre.
Você só perceberá que não está sendo promovido, que as pessoas não retornam mais seus telefonemas ou que você não está mais agradando.
Aliás, saber se você está agradando ou não é justamente uma competência que todo mundo deveria aprender para poder ter um mínimo de desconfiômetro. Ou seja, deveríamos ensinar a autoavaliação. Com os alunos se autoavaliando, dar notas seria contraproducente.
Não ensinamos a técnica de autoavaliação, tanto é que inúmeros profissionais não estão agradando nem um pouco como professores e, mesmo assim, se acham no direito de dar notas a um aluno.
O sistema de “dar” notas está tão enraizado no nosso sistema educacional que nem percebemos mais suas nefastas consequências.
Muitos alunos estudam para tirar boas “notas”, não para aprender o que é importante na vida.
Depois de formados, entram em depressão pois não entendem por que não arrumam um apesar de terem tido excelentes “notas” na faculdade.
Foram enganados e induzidos a pensar que o objetivo da educação é passar de ano, tirar nota 5 ou 7, o mínimo necessário.
Ninguém estuda mais pelo amor ao estudo, mas pelas cenouras que colocamos na sua frente.
Ou seja, as “notas” de fim de ano. Educamos pelo método da pressão e punição.
Quando adultos, esses jovens continuarão no mesmo padrão.
Só trabalharão pelo salário, não pela profissão.
Se o seu filho não quer estudar, não o force.
Simplesmente corte a mesada e o obrigue a trabalhar.
Ele logo descobrirá que só sabe ser menino de recados.
Depois de dois anos no batente ele terá uma enorme vontade de estudar.
Não para obter notas boas, mas para ter uma boa profissão.
Robert M. Pirsig, o autor do livro Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas, testou essa ideia em sala de aula e, para sua surpresa, os alunos que mais reclamaram foram aqueles da turma do fundão.
São os piores alunos que querem notas e provas de fim de ano. Os melhores alunos já sabem que passaram de ano.
Muitos nem se dão ao trabalho de buscar o diploma.
Sem notas, os piores alunos seriam obrigados a estudar, não poderiam mais colar nas provas e se autoenganar.
Provas não provam nada, o desempenho futuro na vida é que é o teste final.
Imaginem um sistema geral de autoavaliação em que os alunos não mais estudariam para as provas, mas estudariam para ser úteis na vida.
Imaginem um sistema educacional em que a maioria dos alunos não esqueceria tudo o que aprendeu no 1º ano, mas, pelo contrário, se lembraria de tudo o que é necessário para sempre.
Criaríamos um sistema educacional em que o aluno descobriria que não é o professor que tem de dar notas, é o próprio aluno.
Todo mês, todo dia, todo semestre, pelo resto de sua vida.

domingo, 5 de maio de 2013

Razões para Crermos em Deus


Por A.  CRESSY MORRISON
Ex-presidente da Academia de Ciências de NY (E.U.A).
                                                                           
"NÓS AINDA  ESTAMOS NO AMANHECER da era científica,
e todo o  aumento da luz  revela mais e mais a obra de um Criador
inteligente.
Nós fizemos descobertas  estupendas; com um espírito de humildade  científica e de fé fundamentada no conhecimento estamos  nos aproximando de uma consciência de  Deus.
Eis  algumas razões para minha fé:
Através da lei  matemática podemos provar sem erro que nosso universo foi projetado e foi executado  por uma grande inteligência de engenharia.
Suponha que você  coloque dez moedas de um centavo, marcadas de um a   dez, em seu bolso e lhes dê uma boa agitada.
Agora tente pegá-las na ordem de um a  dez.
Pegando uma moeda a cada vez que você  agita o bolso.         
Matematicamente sabemos que a chance de pegar a  número um é de um em  dez;
de pegar a um e a dois em seqüência é  de um em 100;
de pegar a um, dois e três em seqüência é de um em  1000 e assim por diante;
Sua chance de pegar todas as moedas,  em  seqüência, seria de um em dez bilhões.
Pelo mesmo raciocínio, são  necessárias as mesmas condições para a vida na Terra ter  acontecido por acaso.
A Terra  gira em seu eixo 1000 milhas por hora no Equador; se ela  girasse  100 milhas por hora, nossos dias e noites seriam  dez vezes mais longos  e o Sol provavelmente queimaria  nossa vegetação  de dia enquanto a noite longa  gelaria  qualquer broto que  sobrevivesse.
Novamente o Sol, fonte de nossa vida tem uma  temperatura de superfície de 10.000  graus Fahrenheit e nossa Terra está distante bastante  para que esta "vida eterna" nos esquente só o  suficiente.
Se o Sol desse somente metade de sua  radiação atual, nós congelaríamos, e se desse muito mais, nos  assaria.
A  inclinação da Terra a um ângulo de 23 graus, nos dá nossas estações;
Se a Terra não tivesse sido  inclinada assim, vapores do oceano    moveriam-se norte e  sul, transformando-nos em continentes de  gelo.
Se nossa  lua fosse, digamos, só 50.000 milhas mais longe do que hoje,
nossas marés poderiam ser tão enormes que duas vezes por  dia os continentes seriam submergidos; até mesmo as mais  altas montanhas se encobririam.
Se a  crosta da Terra fosse só dez pés mais espessa, não  haveria oxigênio para a vida. Se o  oceano fosse só dez pés mais fundo o gás carbônico e o  oxigênio seriam absorvidos  e a vida vegetal não poderia existir.
É perante estes e outros  exemplos que NÃO HÁ UMA CHANCE em um bilhão que a vida  em  nosso planeta seja um acidente.
É cientificamente comprovado, o que o salmista disse:
"Os céus declaram a Glória de Deus e o  firmamento as obras de Suas mãos."
Pensem na Grandeza desse Deus que FEZ e FAZ  tudo  por Vocês!!!