sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Arquitecto não pensou que luz reflectida em prédio de Londres derretesse coisas

Não é a primeira vez que o arquitecto uruguaio Rafael Viñoly concebe um edifício que dá problemas à vizinhança. O “Walkie Talkie” de Londres emana calor capaz de estrelar ovos, razão pela qual lhe passaram a chmar “Walkie Scorchie”.

Não é um museu. Nem um monumento. Mas rapidamente se tornou numa das mais recentes atracções de Londres. Conhecido como “Walkie Talkie”, devido ao seu formato, o edifício concebido pelo arquitecto uruguaio Rafael Viñoly tornou-se famoso pelos seus efeitos nas redondezas: o prédio de 37 andares ao reflectir a luz do sol aquece as coisas de tal forma que já derreteu a carroçaria de um Jaguar, já incendiou tapetes e até permitiu que os mais originais provassem que é possível estrelar ovos.
No número 20 da Fenchurch Street alguns trabalhadores e curiosos chegaram mesmo a juntar-se para medir a temperatura em zonas aquecidas pela luz reflectida pelos vidros do edifício de 160 metros de altura e que custou mais de 235 milhões de euros. Na quarta-feira, um dos dias mais quentes de Setembro dos últimos sete anos no Reino Unido, foi possível medir numa determinada superfície valores de 110 graus Celsius e são vários os relatos neste vídeo.
O arquitecto do “Walkie Talkie”, Rafael Viñoly, citado pelo diário espanhol El País, reconhece que sabia que os materiais e formatos que ia utilizar tinham estas características mas diz que nunca pensou que os efeitos fossem tão drásticos. Além disso, o responsável reconheceu que durante a obra foram feitas alterações ao projecto inicial, nomeadamente numas protecções solares que estavam previstas para a fachada orientada para sul, e que com esses erros as consequências estarão a ser ainda piores.
“Cometemos um monte de erros e vamos encarregar-nos de os solucionar”, garantiu, criticando a forma de trabalhar no país, onde as consultoras e todos os intervenientes acabam por afastar o arquitecto das decisões. O prédio ainda está a ser terminado, devendo estar concluído em 2014.
Já ao Guardian, Rafael Viñoly disse que “sabia que isto podia acontecer” mas contrapôs que não contou “com as ferramentas ou com o software” necessários para analisar com precisão o problema e a localização do edifício. O arquitecto disse que ao fazerem uma segunda análise do desenho consideraram que a temperatura reflectiva rondaria os 36 graus e que esta chegou a superar os 72, pelo que reconhece razões para lhe estarem a chamar “raio da morte”.
Contudo, diz que Londres mudou muito desde que a visita há anos e que tem agora uma maior exposição solar que atribui às alterações climáticas. Aliás, neste campo, como alguns ambientalistas, sugere que se aproveite de alguma forma a energia emanada.
O problema é que esta não é uma estreia do arquitecto em edifícios que acabam a ter uma relação com o calor: um hotel que projectou em Las Vegas, nos Estados Unidos, com um formato semelhante acabou a queimar as espreguiçadeiras da piscina e a chamuscar o cabelo dos hóspedes. A solução passou por cobrir o edifício com uma capa que evitasse que os raios solares fossem reflectidos.
Visualmente o edifício, em plena zona financeira da capital, também se destaca, já que além da sua forma côncava alarga à medida que aumenta a altura, daí o nome pelo qual ficou conhecido. Só que os efeitos de sobreaquecimento levaram os ingleses a dar-lhe uma nova alcunha “Walkie Scorchie”, uma palavra relacionada com fogo e abrasador.
De almofadas chamuscadas, cadeiras e tapetes queimados, carroçaria de um carro derretida, um cheiro a queimado no ar e uma torrada e um ovo estrelado com o calor emanado pelo edifício várias têm sido as histórias relatadas.
Até haver solução definitiva para o problema, para absorver os raios solares foi montada uma estrutura de andaimes e proibiu-se o estacionamento em três zonas. De acordo com as empresas responsáveis pelo prédio, o aquecimento deve terminar em Outubro quando as temperaturas baixarem e acontece, sobretudo, duas horas por dia, quando o sol está mais alto.



Fonte: http://www.publico.pt/mundo/noticia/arquitecto-nao-pensou-que-luz-reflectida-em-predio-de-londres-derretesse-coisas-1605184#/0

sábado, 19 de outubro de 2013

É possível desenhar uma reta sem o uso de uma régua?

O "constrained ball" é um instrumento usado para desenhar retas, criado pelo designer de produtos coreano Giha woo, deixando de lado a necessidade de uma régua graduada,  uma vez anexado à caneta, usualmente  esferográfica, basta rolar livremente de acordo com o roda giratória presente no instrumento. As imagens a seguir são auto explicativas.

No entanto, esta ferramenta de escrita impede linhas sinuosas, ajudando a movimentar a roda em uma única direção. Usando a roda de medição instalados indicada no produto, os usuários podem desenhar o comprimento da linha exata desejada, tanto na direção horizontal e vertical.

O instrumento é feito com um material de borracha flexível ajudando-o a aderir a caneta. A medição do comprimento da reta é indicada no produto.

É possível desenhar uma reta sem o uso de uma régua?











[Artigo original escrito por Edigley Alexandre | Twitter: @prof_edigley | http://www.prof-edigleyalexandre.com/2011/08/e-possivel-desenhar-uma-reta-sem-o-uso.html#ixzz2iDYu3eMU

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A história do teclado QWERTY

Conheça a história do teclado que usamos todos os dias, seja no computador, no smatphone ou no tablet.
Este teclado que você usa sempre que vai utilizar seu computador, smartphone ou tablet, é de um modelo bastante estranho não acha? Dando uma rápida olhada nele, você pode perceber isso. O que as letras “A”, “S”, “D” e “F” tem em comum para estarem lado a lado? É este teclado, estranho, que usamos todos os dias e sem questionar nada!
Acontece que não há uma história exata de como ele surgiu, existem várias teorias e todas concordam em uma coisa: que o surgimento do teclado está ligado as primeiras máquinas de escrever. Conheça, então, a história mais “verdadeira” que conta como o layout do teclado.

História de Chistopher Sholes

Na década de 60, um político, jornalista e inventor chamado Chritopher Latham Sholes, de Milwaukee (Wisconsin, nos Estados Unidos), gastava o tempo livre na construção de máquinas de escrever. Em 1868, Christopher patenteou uma das suas máquinas de escrever cujo teclado era constituído por 28 teclas. A equipe (Samuel W. Soulé, James Densmore, Carlos Glidden e Christohper) achava que seria o teclado perfeito, pois quem usava o teclado saberia rapidamente onde encontrar as teclas.
Porém, Christopher tivera que redesenhar o teclado, devido aos travamentos que ocorria se o usuário pressionasse rapidamente algumas teclas estavam lado a lado. Assim Christopher imaginou o teclado QWERTY, que iria separar algumas sequências de letras comuns, no inglês, como “th” ou “ele”. Algumas modificações foram realizadas no teclado pouco antes de começar a ser produzido, o teclado que seria QWERTY, virou QWE.TY.
Em 1873, uma máquina de escrever com 43 teclas surgiu. Christopher e seus companheiros, entraram em um acordo de produção com a Remington (empresa que produzia máquinas de precisão). Em 1878, a patente dos EUA nº 207559 (imagem abaixo), marcou a primeira aparição de um teclado QWERTY. A Remington provou que o modelo de teclado seria um sucesso.
Patente de Christopher Sholes mostranto o teclado QWERTY
Patente de Christopher Sholes mostranto o teclado QWERTY


Já em 1890, havia mais de 100 mil máquinas de escrever, produzidas pela Remington, que usavam como modelo do teclado o QWERTY. O layout se tornou um sucesso, e teve seu futuro definido quando, em 1893 as cinco maiores empresas que fabricavam máquinas de escrever: Remington, Caligraph, Yost, Densmore e Smith-Premier, se fundiram formando o Union Typewrite Company e concordaram em adotar o QWERTY como modelo padrão (igual ao que conhecemos e usamos hoje) de todas as máquinas de escrever produzidas.
Apesar do seu sucesso, Cristopher não estava convencido que o layout QWERTY era o melhor sistema para as máquinas de escrever. Mesmo tendo vendido seus projetos para a Remington, ele continuou a pesquisar melhorias para as máquinas de escrever. Isso inclui vários layouts de teclado, como outra patente de Cristopher confirma.
Outro layout de teclado criado por Christopher Sholes

Outro layout de teclado criado por Christopher Sholes


Apesar de seu enorme sucesso, o teclado QWERTY tem seus concorrentes. Um dos seus maiores rivais é o layout desenvolvido pelo Dr. August Dvorak em 1930, chamado de teclado de Dvorak. O Dr. August alegava que o seu layout proporcionava uma digitação mais rápida.
Dvorak, o concorrente do QWERTY
Dvorak, o concorrente do QWERTY

Mesmo que o layout do Dr. August proporcione uma digitação mais rápida e eficaz, será muito difícil ele ser adotado hoje, até mesmo em 1930 já era tarde de mais. O mundo aprendeu a digitar usando o teclado QWERTY, e ele está simplesmente em tudo.



Leia mais no Oficina da Net: http://www.oficinadanet.com.br/post/11684-a-historia-do-teclado-qwerty02#ixzz2htuW4wqk

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Professor Mestre







Ele divide o seu tempo,
Caminha, despertando sabedoria,
é parceiro da alegria de tantos.
Abre portas de um novo amanhã,
Questiona a vida e desperta uma realidade.
Nas fórmulas, de raciocínios e regras.

Mestre!
Que estende a mão,
tem o diálogo da nova caminhada
para a aventura da vida.
Faz germinar a missão de ensinar não só letras,
Mas, paz, esperança, solidariedade e coragem,
Para um novo amanhã que virá.
Um exemplo para vencer na vida.
As lições permaneceram: alguém que superou a dor,
que foi lembrança, razão e o progresso,
superando o cansaço a preocupação.
Apenas uma luz, em suas mãos, um livro, uma pintura.
Em seu olhar, a alegria de uma poesia.

Feliz dia 15 de outubro, Dia do Professor!

Minhas construções geométricas




domingo, 6 de outubro de 2013

Casa combina elementos geométricos e decoração excêntrica

Conforme você se aproxima da Nicol House, pode não perceber que as peças incrustradas na porta de entrada são cinzeiros italianos de vidro ou que pequenos espelhos de lojas de variedades estão cintilando entre as telhas. Mas você saberia que está prestes a vivênciar algo fora do comum.  
Completamente diferente das casas em estilo colonial de seus vizinhos, a casa octogonal possui um ziguezague de janelas triangulares e uma pirâmide coroando seu telhado plano, com um asterisco de bolas de aço e vergalhões no topo.  







Parks, hoje com 56 anos, também estava, na época, passando por um período de transformação: de candidato a Ph.D. em psicologia para negociante de móveis, especializado em peças dos anos 1950. E, embora estivesse curioso para conhecer a casa do lendário arquiteto Bruce Goff (1904-1982), não estava procurando nada para comprar. 
Na época, Parks estava focado na abertura do "Retro Inferno", seu empório de móveis no centro de Kansas City. Mas ele vivia ali perto e, eventualmente, ia a festas dadas pelos novos donos da residência incomum. E, com o tempo, passou a aprender e se interessar sobre Goff.


HOMEM CONSTRÓI SUA CASA EM MADEIRA ENTALHADA HÁ 30 ANOS


A obra
Carinhosamente apelidado de BG pelos filhos dos Nicol, o arquiteto autodidata morreu em 1982, aos 78 anos. Seu aprendizado sobre arquitetura teve início aos 12 anos e, três anos depois, o jovem Goff já havia "quebrado barreiras" em sua primeira construção. Por fim, o arquiteto comandou o programa de arquitetura da Universidade de Oklahoma.
Embora tivesse sido influenciado pelo trabalho de Frank Lloyd Wright, Goff desenvolveu seu próprio estilo exuberante, sempre integrando elementos não-convencionais ao espaço, como tiras de celofane, penas de peru e peças de aviões. 
 
Os Nicols conheceram o peculiar arquiteto em 1964, quando ele lecionava no Instituto de Artes de Kansas. A filha do casal, Kathy, que tinha 12 anos na época, lembra que seus pais "ficaram com as costelas doendo de tanto se cutucarem, pois compartilhavam muitíssimo da sensibilidade moderna e excêntrica de Goff". Assim, o casal o contratou na mesma hora.  
 
A ideia de Goff, continua Kathy, era projetar uma casa para aquela "família de indivíduos". Então sua planta em forma de colmeia era centralizada em uma área de estar octogonal, cercada por quartos octogonais de várias cores, do roxo ao laranja, refletindo o gosto particular de cada membro da família. 
 
A geometria da casa é tão ousada quanto suas cores. Além dos quartos octogonais, você encontra telhas de revestimento hexagonais e uma piscina hexagonal. E há triângulos em todos os lugares: nas janelas, nos armários da cozinha, nas pias do banheiro e até mesmo nas privadas. 
 
Claraboias recobrem todos os espaços, fazendo ecoar a geometria mais dramaticamente sobre a área de estar central. Ali, Goff criou uma fonte de água e fogo feita com um boiler cortado ao meio, um chuveiro invertido e um anel de cobre furado com jatos de chamas ardentes. No teto, um véu de espelhos foi pendurado. 

CONHEÇA A CASA-INSTALAÇÃO EM CATSKILL (EUA)



A nova era

Pairando sobre a fonte, agora há também um satélite soviético comprado pelos moradores que compraram a casa da família Nicol. O satélite foi adquirido pela internet e instalado ali antes que a casa fosse novamente posta à venda, em 2009. 
 
Aí, Parks entra novamente em cena. O negociante pediu a chave dos proprietários emprestada para uma rápida visita e acabou ficando na residência por três horas. "A casa me pegou como nunca havia acontecido antes", resume, "ela me pegou e eu a peguei." A propriedade com cerca de meio hectare custou US$ 650 mil. 
 
Parks não tinha dúvidas sobre como ele e seu poodle, Ettore, iriam ocupar a casa de quatro quartos, mas ele tinha outra preocupação: "Aqui estava eu, o homem dos móveis", lembra, "mudando para uma casa com tantos elementos embutidos".
 
Em suas casas anteriores ele havia exibido suas mercadorias favoritas, mas aqui, as camas de alvenaria, as escrivaninhas, as penteadeiras com fôrmas de bolo fazendo o papel de gavetas e as mesas fixas na sala de jantar e na cozinha eram parte integrante do projeto da casa. Logo, entretanto, o comerciante entendeu que não precisaria "sempre ter as melhores peças da loja. Posso ter boas coisas, mas não de tantas delas".
 
Os bens escolhidos para integrar a decoração incluem uma bateria de acrílico transparente, que fica no quarto de Parks (baterista amador), um par de "assentos" criados por George Nelson - em seus primeiros anos de carreira - e um conjunto "vintage" de cadeiras de acrílico assinadas por Erwine e Estelle Laverne, como as que os Nicols possuíam. 
 
No eBay, Parks encontrou um fragmento da Shin'en Kan, a conhecida casa de Goff em Bartlesville, Oklahoma, que pegou fogo em 1996 e deve incorporá-lo à casa. E, assim que o carpete cinza ficarem gastos, ele pretende voltar ao chamativo verde-amarelado original. "Quando comprei esta casa, pensei: 'Será que estou sendo nostálgico, andando para trás?' Então me ocorreu: Goff sempre esteve à frente da curva".


Fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/imoveis-e-decoracao/2013/10/05/casa-combina-elementos-geometricos-e-decoracao-excentrica.htm


sábado, 5 de outubro de 2013

Tem que ser MALANDRO?

O professor está almoçando no restaurante da Universidade.
Chega o Joãozinho com sua bandeja e se senta ao seu lado.
O professor diz:
- "Um porco e um pássaro não se sentam juntos para comer." 
O Joãozinho responde:
- Pois então, eu saio voando - e troca de mesa. 
O professor "roxo" de raiva, decide vingar-se na próxima prova, mas o Joãozinho responde 
todas as perguntas brilhantemente.
Então o professor lhe faz a seguinte pergunta: 
- "Você está caminhando pela rua e encontra uma bolsa, dentro está a sabedoria e muito dinheiro, 
Qual dos dois você pega?"
E o Joãozinho responde sem titubear:
- "O dinheiro."
E o professor lhe diz:
-"Eu, em seu lugar, teria agarrado a sabedoria. O que acha?" 
-"Cada um pega o que não tem." responde Joãozinho
O professor, já histérico, escreve em uma folha da prova: 
"Idiota" E a devolve ao Joãozinho. 
Joãozinho pega a folha e se senta.
Depois de alguns minutos se dirige ao professor e diz: 
-"O senhor assinou minha prova, mas não me deu a nota."