quinta-feira, 15 de maio de 2014

Música Comentada - Price Tag

Achei na Net um Blog Chamado Grama Azul , e me chamou a atenção dos comentários de várias músicas. Vejam abaixo uma delas:


"Parece que todo mundo tem um preço.
Eu me pergunto como eles dormem durante a noite.
Quando a venda vem em primeiro lugar
E a verdade vem em segundo lugar.
Apenas pare por um minuto e sorria.
...

Não é sobre o dinheiro, dinheiro, dinheiro.
Nós não precisamos de seu dinheiro, dinheiro, dinheiro.
Nós apenas queremos fazer o mundo dançar!
Esqueça o preço!
...

Por que todos estão tão obcecados?
Dinheiro não pode comprar felicidade.
Se todos nós desacelerarmos e nos divertir agora,
Garanto que estaremos nos sentindo bem.

Price Tag - Jessie J






Todo mundo tem seu preço, vamos admitir. O que faz a diferença é a maneira como o ser é vendido. Há quem venda seu corpo por dinheiro em busca do falso prazer, e há quem venda seus cabelos no intuito de adiquirir algo que lhe dê prazer, por menor que ele seja. É um exemplo bobo de venda física que visa sempre um status final. E aí sim chego no ponto que pretendia.

A música Price Tag fala sobre as pessoas cito acima (as que se importam com etiquetas, símbolos de status) e das que falarei agora (as que mantém um status fictício por algum motivo). Pode ser que no início do texto você tenha pensado que exagerei ao afirmar que todos tem seu preço. Ora, mas quem disse que pagar um preço ou receber algo tem que ser necessáriamente monetário?

Todos já se venderam um dia e vão continuar a fazê-lo, nas mais diversas ocasiões. Quantas vezes você não mudou de opinião apenas para não discutir? Vendeu seu ponto de vista pelo status de mártir pacificador.

Tem os namorados que dizem amar suas respectivas apenas para conseguir algo mais. Tem funcionário que puxa o saco do chefe odiado só para conseguir uma promoção.

E tem aqueles que dizem não se vender de jeito algum. Estes estariam no topo do ranking das pessoas em liquidação. Afirmar que não se vende por nada e que é o que mostra ser, nada mais é do que uma propaganda escancarada com um letreiro na testa piscando "ME COMPRE, ME COMPRE". E muita gente compra. O ser até pode ser bom, prestativo e honesto, mas se torna um produto sujo ao querer expôr apenas isso. Entenderam?

Por que não nos preocuparmos apenas em comprar músicas e vender a ideia de que dançamos bem? Por que não adimitir que temos defeitos e que eles é que nos tornam mais valiosos, e não as joias ou moedas?


Fonte: http://gramaazul.blogspot.com.br/search/label/Série%20Música%20Comentada

Nenhum comentário:

Postar um comentário